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"Satan laughs as you eternally rot!"
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14 de nov. de 2012

CAVALERA CONSPIRACY no Brasil \\ Novo local


Max Cavalera está de volta ao Brasil para 04 apresentações com o Cavalera Conspiracy, banda que fundou com o irmão, o baterista Iggor Cavalera. Os dois são ex-membros e fundadores do Sepultura, a maior banda brasileira de metal em todo mundo.

Eles se apresentam ao lado de grandes nomes do punk/metal do cenário brasileiro no dia 17 de novembro (sábado) no Via Marquês em São Paulo com produção exclusiva da Awake Media e co produção GW Entertainment.

Esta é a primeira vez que o Cavalera Conspiracy excursiona pelo Brasil, o grupo foi criado em 2007 para marcar a volta da amizade entre os dois irmãos. Com a saída de Max do Sepultura, em 1996, ele e Iggor ficaram cerca de 10 anos sem se falar e Max que havia seguido sua carreira com a banda Soulfly nunca escondeu o desejo de montar um novo projeto com seu irmão e ex-parceiro de banda.
Deixando o passado de lado o reencontro dos dois irmãos e a união da família Cavalera deu origem ao Cavalera Conspiracy, que lançou seu primeiro álbum "Inflikted" em 2008 e obteve todo apoio dos fãs e mídia especializada ao redor do mundo.

Em 2011, o quarteto lançou seu segundo disco, "Blunt Force Trauma". São 11 músicas e apenas 43 minutos, esse álbum assim como o anterior foi exaltado pela mídia especializada, que destacou a agressividade e o peso das músicas.

O desempenho de Iggor na bateria é outro ponto que mereceu atenção da crítica, que exaltou o retorno do músico à boa forma que o levou a ser considerado um dos maiores bateristas do mundo. O disco deve ser a tônica do repertório da noite, com pauleiras como "Warlord", "Torture" e "Lynch Mob". Músicas do primeiro disco, como "Sanctuary" e "Terrorize" também devem ser apresentadas, além, é claro, de clássicos do Sepultura como "Territory", "Refuse/Resist" e "Roots Bloody Roots".

O evento faz parte de uma turnê da banda pela America do Sul e Central ao todo são nove datas que passam por Buenos Aires (Argentina) no dia 8/11, em Santiago (Chile) dia 10/11, em Bogotá (Colômbia) no dia 12/11, em San Jose (Costa Rica) no dia 13/11 e em Caracas (Venezuela) no dia 14/11 chegando ao Rio de Janeiro no dia 15/11, Belo Horizonte 16/11, São Paulo 17/11 e para finalizar Curitiba em 18/11.

Sem dúvida este é um dos shows mais especiais dessa turnê e o que podemos esperar em São Paulo é um evento histórico já que os irmãos Cavalera vão dividir o palco com os reis do thrash metal nacional a banda Korzus, a banda brasileira Krisiun, um dos nomes mais respeitados no metal mundial e o maior ícone do punk rock nacional a banda Ratos de Porão, todos juntos no mesmo palco tocando os clássicos que marcaram uma geração.

Segue abaixo o serviço completo sobre o evento com uma pequena alteração de local.
Lembrando a todos que já adquiriram seus ingressos, eles serão validos normalmente para o acesso ao evento nos setores indicados.

São Paulo
Cavalera Conspiracy + Krisiun + Korzus + Ratos de Porão

Data: 17/11/2012 (Sábado)
Abertura da casa: 19h – 20h
Local: Via Marquês
Endereço: Av. Marquês de São Vicente, 1589.
São Paulo - SP | TELEFONE: 11 3611 2696
Censura: 16 anos
Valore do ingresso: R$ 120,00 com direito a meia entrada R$60,00
Vendas online: http://www.ingressorapido.com.br
Credenciamento de imprensa, press release e informações adicionais: damaris@hoffmanobrian.com.br
Produção: Awake Media / GW Entertainment

20 de ago. de 2012

TRETAS\\ Ratos de Porão: invasão e briga no show de Uberlândia


Durante o show realizado ontem, um cidadão invadiu o palco e levou uma surra. Aguardamos mais informações sobre o ocorrido.

5 de abr. de 2012

Days of our Lives \\ Ratos de Porão: da próxima vez Max Cavalera não escapa


A revista virtual HELL DIVINE (que é totalmente gratuita e pode ser lida aqui: http://bit.ly/Hg4qcY) está lançando sua oitava edição, após mais de um ano de muita batalha e trabalho. Nesta edição João Gordo, vocalista do RATOS DE PORÃO, fala sobre o último trabalho do grupo, sua relação com o KRISIUN, a admiração pelo VIOLATOR e sobre um assunto que de vez em quando dá o que falar: sua briga com Max Cavalera. O assunto foi esclarecido de forma bem direta por Gordo, confira um trecho do bate papo:

Hell Divine: Recentemente Max Cavalera disse que gostaria de reatar a amizade de vocês, que parecia ser eterna, até o fatídico show do Soulfly em 1998. Independente do que rolou, haveria essa possibilidade?

João Gordo: Rolou que o Max pirou e saiu do Sepultura desperdiçando a oportunidade de uma vida. Mesmo assim o cara ainda era meu amigo e ele até gravou "Caos" do RDP no primeiro Soulfly. Depois fui convidado pelo Iggor pra fazer a música “Reza” do álbum "Against" e eu não recusei. O Andreas deu o tema e eu desenvolvi a letra. O Max achou que eu fiz pra ele, pois ele andava todo místico nessa época. O cara tomou a minha participação no Sepultura como uma traição e cortou relações comigo de um modo bem traumático. Na MTV ele virou a cara pra mim, me chamaram de Judas e aquele filho da puta do Rapadura, que era baixista do Soulfly, veio com um puta papo furado tipo "porque você fez isso?" “porque você ficou do lado deles?”. Quase sai na mão com aquele guitarrista “coqueiro” que era do Machine Head! Até o Roy Mayorga que era meu amigo ficou duro que nem uma estátua! Eu fiquei chocado, bastante triste e com muita raiva... Fui ingênuo em pensar que gravar aquele som não pegaria nada, mas não há nada que o tempo não cicatrize. Eu amo o cara e hoje em dia entendo toda aquela situação. Não esperava uma ligação do Iggor me dizendo: "meu irmão quer te ver". Fiquei muito feliz e emocionado, mas infelizmente não pude ir ao show, pois estava trampando. Da próxima ele não escapa! Vai ter que dar um abraço no velho JG com quem tantas vezes demos uma pá de risadas!”

Além desta grande entrevista, Shane Embury, baixista do NAPALM DEATH falou sobre o novo disco, “Utilitarian” e sua admiração pela NWOBHM. Confira também na HELL DIVINE, entrevistas exclusivas com Sigh (Japão), Ite Missa Est (França), Lay Down Rotten (Alemanha), Drowned (Brasil) e Unearthly (Brasil), que estão lançando discos matadores. Já a seção “Upcoming Sickness” traz uma entrevista com o designer gráfico Caio Caldas.

Ao todo são 74 páginas, contendo diversas colunas, além de resenhas de CDs, DVDs e shows. A revista está disponibilizada em formato PDF, mas, pode ser visualizada na tela sem necessidade de download. Para fazer o download gratuito da revista, acesse o link informado abaixo; para abrir o arquivo PDF em seu computador, é obrigatória a instalação do programa ACROBAT READER, que pode ser baixado gratuitamente através do site: http://get.adobe.com/br/reader

13 de mar. de 2012

Classic TRETAS \\ Entenda a briga entre Max e João Gordo


Essa matéria é antiga, mas lá vai:

"Quando o Soulfly veio se apresentar no Brasil, em dezembro, foi grande a expectativa de como Max Cavalera seria recebido após as brigas com o Sepultura e após o monte de bobagens que ele vociferou na imprensa mundial em 98. Em termos de público, a turnê foi um fiasco, com 800 pessoas (segundo a PM) no show do Ginásio da Portuguesa (o local abriga tranqüilamente 5 mil pessoas) e com o show de Belo Horizonte cancelado por baixa venda de ingressos. João Gordo era uma peça essencial nesse contexto, pois sempre foi um dos melhores amigos do Max, além de grande defensor do Soulfly. No entanto, as coisas não saíram como se imaginava.

João Gordo, que também trabalha na MTV, encontrou Max no hotel que o Soulfly estava hospedado e quis mostrar a música Reza, que gravou com o Sepultura para o disco Against. A reação foi inesperada: Max virou a cara para ele. "Eu imaginava que ele não ia gostar de eu ter gravado Reza, mas não pensei que ia ser tanto assim", lamenta João Gordo. "O lance é que ele pensou que essa letra era pra ele. Eu cheguei para cumprimentá-lo e ele virou a cara. Aí, veio o Rapadura [ex-The Mist, que agora virou Marcelo D. Rapp e toca baixo no Soulfly] falar um monte de bosta pra mim e eu mandei ele se foder. Eles me chamaram até de Judas. Eu fiquei muito puto, pois eu gostava muito do cara, éramos amigos. Eu não sabia que ele ia chegar a esse ponto de acreditar nas próprias mentiras."

E por que cargas d'água Max acha que Reza foi feita pra ele? "Fizeram a cabeça do Max para ele achar isso. Acho que o Max nunca leu essa letra, pois se tivesse feito isso, iria perceber que fiz Reza pra Igreja Católica e não para as macumbas dele. Basta ler a letra, está muito claro, eu não fiz essa música pra ele", defende-se Gordo.

Quem estaria "fazendo a cabeça" do Max? "A Gloria [Cavalera, esposa e empresária de Max, pivô da briga com o Sepultura]. Ela quis separar todos os amigos dele nessa fase pós-Sepultura. Eu era o último que faltava cair. Não havia motivo nenhum pra brigar comigo! Eu fiquei triste com o que aconteceu."

A mudança mais visível está nas atitudes do ex-cantor do Sepultura, que Gordo não se furta de comentar: "As atitudes do Max não são as mesmas que ele prega em suas músicas. A atitude dele, na verdade, é de superstar intocável. Eu chamei ele de cuzão não porque me virou a cara, mas por todas as mancadas que ele vem dando."

Mas a ira de João Gordo também se volta para Rapadura, o único outro brasileiro do Soulfly. "Esse Rapadura é um filho da puta! O cara era um iluminadorzinho de merda e agora se acha o máximo. Quem ele acha que é? Quando o Soulfly veio tocar em SP, ele ficava falando em inglês com as pessoas [risos]. Imagina isso: ele falava inglês com o Pedrão [empresário e faz-tudo do RDP] e com o Fralda. No dia da treta, o Rapadura veio falar pra mim: 'Porra, meu, você ficou do lado deles [Sepultura], né?' Eu mandei ele tomar no cu e dei uma bengalada nele [Gordo estava usando bengala por causa de um problema na coluna]."

Musicalmente, Gordo até que não tem grandes restrições ao Soulfly. "Acho até legal algumas músicas, mas ele exagerou no berimbau e nos sambinhas. Isso é coisa pra gringo ver, pois pra nós aqui [no Brasil] é ridículo. Fazer aquela Umbabarauma [cover do Jorge Benjor, que está no disco do Soulfly]… Eu fiquei com vergonha um mês!"

No meio de toda essa confusão, como fica a já lendária amizade inabalável entre os grupos Sepultura e Ratos de Porão? "Eu sempre fui e sempre serei amigo do Sepultura. Só que o Max não está mais no Sepultura", diz Gordo, enfático. Precisa dizer mais?"

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Days of our Lives \\ Max Cavalera quer reatar amizade com João Gordo


Questionado numa entrevista ao site G1 Pop & Arte se ainda mantinha contato com João Gordo, com quem brigou após um show do SOUFLY em São Paulo no ano de 1998, Max Cavalera revelou querer reatar a amizade com o vocalista do RATOS DE PORÃO: "Não tenho, mas através do Iggor, que o conhece e continua a amizade com ele, ele falou que queria me ver e eu também queria me encontrar com ele. Tivemos uma treta errada no primeiro show do Soulfly em São Paulo (em 1998), uma discussão quando a gente esteve na MTV. Acabamos brigando, nem sei o motivo, não dá nem para entender. Eu queria botar tudo para trás e continuar a amizade com ele, sou amigo, gosto muito do Ratos e, para mim, não tem muito a ver ficar brigado com as pessoas".

A entrevista com Max Cavalera pode ser lida através do link abaixo.

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/03/valeu-pena-esperar-10-anos-para-toc...

To be continued...

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