Paul Stanley, do Kiss, recentemente concedeu uma entrevista ao Detroit Free Press e abaixo podem ser conferidos alguns trechos da conversa:
Você tirou alguma lição — boa ou ruim — do "Psycho Circus" de '98?
Stanley: "O que eu aprendi é que você não pode fazer um álbum sem uma banda. Foi uma tentativa corajosa em fazer um álbum onde as pessoas estão falando ao telefone com seus advogados ao invés de estar no estúdio. Você não pode trabalhar quando as pessoas têm uma percepção distorcida de suas capacidades ou... acho que uma visão distorcida da posição deles. Ou quando você tem gente insistindo em ter uma certa quantidade de canções no álbum. Você não pode fazer um álbum quando as pessoas estão mais preocupadas em promover a si do que promover a banda".
Nomes e detalhes?
Stanley: "Eu acho que nós tivemos pessoas que estavam delirantes sobre as suas habilidades de composição e habilidades musicais. Houve uma volta lamentável de maus hábitos que as pessoas tinham jurado que jamais fariam novamente. É estranho quando as pessoas voltam para a banda, gratas, com promessas de que aprenderam com seus erros, e logo que eles têm dinheiro em seu bolso, rapidamente desenvolvem amnésia".
Você ainda está feliz por ter feito a reunião?
Stanley: "Totalmente. Totalmente. No início, foi mágico. Mas, no final, a única mágica que eu queria era fazer certas pessoas desaparecem. E isso foi uma vergonha. Havia potencial para ser muito mais do que uma reunião de turnê.
Mas eu rapidamente me dei conta de que isso não poderia progredir. Era uma oportunidade para as pessoas aprimorarem suas habilidades e levar a banda para outro nível. Mas eu acho que isso foi deixado para Tommy [Thayer], Eric [Singer], Gene [Simmons] e eu. Eu não quero acabar com o barato de ninguém, mas a verdade é que, rapidamente se tornou muito difícil pois as pessoas perderam o foco no objetivo. E este não é o espírito de reunião com o qual começamos. A razão pela qual fizemos uma turnê de despedida é porque simplesmente não era possível continuar. Certamente, não foi divertido. Não vale a pena fazer algo se não for divertido. O que eu aprendi no final da despedida foi que eu não queria dizer adeus ao Kiss. Eu queria dizer adeus a alguns dos membros. [Risos]. E felizmente, a maioria dos fãs não queriam que a banda chegasse ao fim".
.
28 de set. de 2009
Entrevista\\ Paul Stanley: “queria fazer certas pessoas desaparecerem”
Assinar:
Postar comentários (Atom)
<< mais lidas
-
METALLICA guitarist/vocalist James Hetfield was interviewed by the Argentinian radio station Rock & Pop 95.9 FM before the band's pe...
-
Guitarist/vocalist Joe Duplantier of French extreme/progressive metallers GOJIRA recently spoke to U.K.'s Metal Hammer magazine about th...
-
Iommi: "Realmente, um dos problemas foi comunicação, e estar disponível para trabalhar em um novo álbum. Ozzy tinha todos esses projeto...
-
O mais novo álbum do Iron Maiden, "The Final Frontier", entrou na posição de n° 4 na parada da Billboard, que contabiliza as venda...
-
Clássico maravilhoso do Quiet Riot. 1. Metal Health (Bang Your Head) 2. Cum On Feel The Noize 3. Don't Wanna Let You Go 4. Slick Black ...
-
A Free Pass Entretenimento confirmou duas apresentações do ex-JOURNEY Steve Augeri no Brasil. O vocalista se apresentará em São Paulo dia 12...
-
To celebrate the release of its seventh book, Royal Flush will hold a special signing event at New York City's own Forbidden Planet (840...
-
Brazilian singer André Matos (ex-ANGRA, SHAAMAN, VIPER) has joined the list of guest musicians who will appear on the forthcoming release fr...
-
O vocalista da banda Guns n' Roses, Axl Rose, está processando a Activision em US$ 20 milhões por usar, sem permissão, a imagem do guita...
-
Foram divulgados nesta segunda-feira os valores e locais de venda dos ingressos dos shows do Guns N'Roses no Brasil. A banda de Axl Rose...













0 comentários:
Postar um comentário